terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

T.S. Eliot, Paul Celan, W.B. Yeats - 3 poetas Prémio Nobel da Literatura



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Poemas Escolhidos
W.B. Yeats
Ed. Relógio d´Água, 2017
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Nasceu em 13 de junho de 1865 em Sandymount, Irlanda. Era filho e irmão de pintores, numa família que fazia parte da minoria protestante. Durante algum tempo Yeats dedicou-se à causa do nacionalismo irlandês. E numa comjunção rara uniu o interesse pela mitologia do seu país ao estudo dos mitos antigos, sempre de um ponto de vista pessoal.
Congeceu cedo a literatura irlandesa e dedicou-se ao estudo das disciplinas esotéricas, fazendo parte da Dublin Hermetic Society e mais tarde da rosacrucianista Heretic Order of the Golden Dawn.
Em 1889 conheceu a revolucionária Maud Gonne, que inspirou muitos dos seus poemas. Interessou-se por William Blake, cujas obras editou. Em 1893 publicou O Crepúsculo Celta.
Em 1923, Yeats recebe o Prémio Nobel da Literatura, o primeiro concedido a um irlandês.
Faleceu em 28 de Janeiro de 1939, em Roquebrune, França, num «dia escuro e frio», a acreditar no poema que W.H. Auden dedicou à sua memória. 

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Sete Rosas Mais Tarde
Paul Celan
Ed. Cotovia, 3ª edição, 2006
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Paul Celan nasceu em Czernowitz (Bucovina, na Roménia) em 1920, de pais judeus-alemães.
Em 1940 os seus pais são deportados para um campo de extermínio, onde morrem poucos meses depois. Celan permaneceu preso, num campo de trabalho, até 1943, ano em que a Bucovina volta a ser tomada pelos soviéticos. Em 1945, parte para Bucareste on de se torna tradutor e leitor de uma editora e publica os seus primeiros poemas. Em Dezembro de 1947, partirá para Viena, e um ano depois para Paris, onde se fixa e retoma os estudos (Germanística e Linguística). Entre 1950 e 1968, publica vários originais e traduções (Shakespeare, Henri Michau, Paul Baléry, Pessoa, Mandelstam). Em 1969, um ano antes da sua morte, visita Israel. Suicida-se no Sena, um ano depois.

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A Terra Devastada
T.S. Eliot
Prefácio e Tradução de Gualter Cunha
Ed. Relógio d´Água, 1999
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«T.S.Eliot, por certo um dos maiores e sem dúvida um dos mais influentes dos poetas e críticos modernos, nasceu em 1888, em Saint-Louis, Missouri, descendente de imigrantes ingleses que se haviam estabelecido em Massachussets, no século XVII. Criado em casa rica e de ambiente culto, formou-se emHarvard, em filosofia, e prosseguiu estudos superiores em Paris, Osford, e na Alemanha. Estabeleceu-se em Londres, primeiro como professor secundário, e depois como empregado bancário, que durante longos anos foi até passar à direção de uma grande editorial britânica. A sua estreia poética deu-se em 1915, na revista Poetry, de Chicago, aonde saiu um dos seus mais belos e famosos poemas, The Love Song of J. Alfred Prufrock. Este e outros poemas constituíram, em 1917, o seu primeiro livro. Como crítico e orientador do novo gosto literário, em Londres dirigiu (1917-19) The Egoist, foi principal colaborador (1919-21) de The Athenaeum (o jornal literário em que Pessoa publicou um poema), e fundou e dirigiu a importante revista The Criterion (1922-39). Em 1922, o poema The Waste Land foi um dos mais belos e mais importantes poemas do Modernismo. Sucessivas publicações de poesia culminaram nos Collected Poems de 1936, que o consagraram definitivamente. Entretanto, desenvolvia outra das grandes realizações poéticas moderna, com os Quaro Quartetos, publicados de 1934 a 1942. Um dos renovadores do teatro poético a partir de Murder in the Cathedral (1935), foram também numerosos os seus volumes de ensaios, que lançaram as bases de grande parte da moderna crítica anglo-saxónica e de uma compreensão modernista da poesia. Cidadão britânico em 1927, Prémio Nobel da Literatura em 1947, Eliot morreu em Londres, em 1965.»
Jorge de Sena em «Poesia do Século XX.»

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Inédttos - Expresso: Clara Ferreira Alves e Bruno Vieira Amaral Jan201820



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O Mal dos Outros
Bruno Vieira Amaral
Expresso, 2018, jan20
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2392
Macau Noir
Clara Ferreira Alves
Expresso, 2018, 20
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Uma edição exclusiva @Expresso|Reservados todos os direitos de acordo com a legislação ...
Janeiro 2018
Expresso

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Jaime Nogueira Pinto: Bárbaros e Iluminados


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Em Bárbaros e Iluminados, Jaime Nogueira Pinto descreve a crise profunda que afeta o mundo liberal globalizado e analisa as razões da crescente rebelião dos povos contra a elite internacional no poder.
E recorrendo à História e à história do pensamento político, traça o perfil e o percurso da ideologia hegemonizante dos «iluminados» que nos têm governado e dos «bárbaros» que se lhe têm vindo a opor.



terça-feira, 7 de novembro de 2017

Cláudio Magris, Manuel Alegre - Auto de António; O Significado das Coisas

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Auto de António
Manuel Alegre
Ed. D. Quixote, 2017

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2386
O Significado das Coisas
Álvaro Manuel Machado
Ensaios de Literatura Portuguesa
Ed. Editorial Presença, 2017

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Uma Causa Improcedente
Cláudio Magris
Ed. Quetzal, 2016

(comprado na Bertrand com 50% de desconto)
é a história de um grotesco museu de guerra pelo advento da paz, das suas salas e armas; a história do homem que sacrifica a vida à sua maníaca construção para resgatar, no fim da renhida luta, uma verdade escondida; é a história de uma mulher, Luisa, herdeira do exílio judaico e da escravatura dos negros. Magris explora com ferocidade o inferno desapieadado da nossa culpa e relata a empolgante epopeia das tragédias e dos silêncios do amor e do horror.